uma ORDEM PARATODOS

Candidatura Conjunta aos Órgãos Sociais da Secção Regional Norte da Ordem dos Arquitectos (OASRN) e à Assembleia de Delegados NUTS II Norte e Centro | Triénio 2017 – 2019


O NOSSO COMPROMISSO
 

DESCENTRALIZAR

  • Criar Assembleias Representativas que fomentem a participação dos Núcleos/Delegações no debate de temas e propostas que se entendam pertinentes discutir;
  • Aumentar o número de Assembleias Regionais e propor uma alteração ao Estatuto da O.A., que permita descentralizar a sua localização, propiciando a sua realização também nas sedes dos Núcleos/Delegações, de acordo com critérios de sequência a estabelecer;

  • Promover e realizar eventos (formações, debates, entre outros) através de ferramentas online no site da OA-SRN, minimizando as distâncias entre a Secção Regional Norte e os Núcleos/Delegações;

  • Apoiar e colaborar com os Núcleos/Delegações para a realização de acções formativas e culturais, em função das necessidades dos membros de cada região, aproximando-os da O.A. com uma participação mais ativa e presente;

  • Criar Delegações onde não seja possível reunir as condições necessárias para a formação de Núcleos;

  • Ponderar a possibilidade de transformar os Núcleos em Delegações, no sentido de aproximar e agilizar a interatividade entre os membros, a Ordem e a sociedade.


INTEGRAR

  • Integrar os Núcleos/Delegações nos trabalhos e tomadas de decisão do Concelho Directivo e defender estatutariamente esta posição. Estabelecer o intercâmbio de iniciativas entre as Secções Regionais e os Núcleos/Delegações a nível nacional;
  • Trabalhar junto do CDN e da Assembleia de Delegados, no sentido de redefinir o sistema de quotas, procurando criar condições para integração e participação de todos os membros que pratiquem ou não os actos próprios da profissão.
  • Trabalhar em conjunto com o CDN e o CDR-S, com o intuito de dignificar o exercício da profissão, estabelecendo valores de referência no cálculo de honorários e mecanismos auxiliares que permitam uma prestação de serviços de qualidade.
  • Trabalhar em conjunto com o CDN e o CDR-S no sentido de melhorar as condições de acesso à encomenda pública, incluindo a revisão dos critérios de adjudicação baseados nos honorários.
  •  Criar um gabinete de apoio à internacionalização e promover um conjunto de ofertas formativas mais específicas e focadas neste tema.
  •  Procurar que as formações promovidas pela Ordem permitam a actualização contínua do conhecimento e a valorização da prática profissional e social.

  • Promover a participação dos arquitetos que não praticam os actos próprios, valorizando a pluralidade da profissão.

  • Renegociar as condições dos protocolos.

  • Reavaliar as assessorias jurídicas estabelecidas no apoio à prática.

  • Trabalhar junto do CDN para que a Ordem tenha uma intervenção mais ativa na definição da legislação relativa aos actos próprios da profissão já consagrados e a outros que os arquitetos podem vir a desempenhar.

  • Trabalhar junto do CDN para que a Ordem tenha uma participação ativa na acreditação e na definição dos programas dos cursos de Arquitetura.

  • Melhorar as condições de ingresso dos novos profissionais na Ordem, introduzindo formas de monitorização que restrinjam os abusos de exploração laboral sobre os estagiários e procurando novas soluções alternativas ao estágio, capazes de proporcionar um adequado ingresso na profissão.

  • Divulgar o Decreto-Lei nº 66/2011 de 1 de Junho, que regula os estágios profissionais e a relação entre estagiário e entidade promotora, definindo, entre outras situações, o valor mínimo do subsídio de estágio, bem como promover a sua aplicabilidade.


APROXIMAR

  • Trabalhar junto do CDN para que a Ordem tenha um papel mais activo e interventivo na definição da legislação relativa ao ordenamento do território e sector da construção;

  • Impulsionar a participação e a relação dos Núcleos/Delegações com a sociedade;

  • Promover eventos que motivem o encontro e partilha de experiências relacionadas com a profissão;

  • Promover acções para a valorização social do trabalho do arquitecto;

  • Atribuir um âmbito alargado e internacional às questões culturais;

  • Procurar estabelecer parcerias com as congéneres estrangeiras tendo em vista o intercâmbio cultural e também de apoio à internacionalização.
proposta descentralização